Reconstruindo a bússola na pós-modernidade – Fernanda Verdasca Botton

 

Resenha de: 

Para cima e não para o norte. Patrícia Portela. Rio de Janeiro: Leya, 2012. 

 

There´s no place like home. Proferida em O maravilhoso mágico de Oz (1910) por Dorothy, a frase anterior é repetida por várias vezes ao final da história de Para cima e não para o norte (2008) pelo Homem Plano. E, se no livro de L. Frank Baum (1856 – 1919) a frase representa o retorno da menina de sapatos vermelhos a um mundo conhecido; no de Patrícia Portela (1974 -) ela nos remete a uma literatura que trabalha com a junção entre a cultura escrita e a audiovisual, com a hiper-realidade e a desreferencialização do homem – ou seja – a um mundo distante do confortável lar de uma literatura prosaica. 

 
Leia na íntegra em:

 

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